sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

A cidade e a bicicleta


Vamos ser positivos, acreditar que os 'patrões' da cidade são pessoas cultas, rodeados por equipes de trabalho criativas,  pessoas que desejam o bem estar da sua cidade. Frente á situação ecológica em que vivemos, todas as medidas são tarde demais mas ainda existe uma luz distante que dá esperança. Por onde começar? O que se devia fazer?
- Uma lei que ditasse claramente que o ciclista tem sempre razão em qualquer conflito e ou acidente na via publica salvo havendo testemunhas que testemunhem o contrário.
- Adaptação das presentes vias da cidade, no sentido de haver uma faixa claramente assinalada onde os ciclistas devem transitar em segurança. 
Conclusão: a cidade com metade dos carros, menos acidentes, menos poluição e um mundo de bicicletas incluindo eléctricas. E por fim uma industria automóvel a ser obrigada a produzir os tais carros eléctricos ou melhor, carros movidos com energia não poluidora 100%.

360 graus

De vez em quando vejo tv leio jornal.  A história sempre se repete, politica e futebol e pouco mais. O que tem que mudar? Pensando um pouco surge-me um filme de virar de avesso a presente sociedade. Não derepente, mas assim de mançinho. Na realidade isso já está acontecendo ao ritmo da Terra e não ao ritmo da nossa mente.

A 'organização politica' devia se revolucionar a si própria e até de receber outro 'nome'. Regras sistema de funcionamento completamente diferentes que as actuais, uma mudança de 360 graus. Onde regras e funcionamento são transparentes, limpas e com o objectivo de servir unicamente a humanidade e não interesses pessoais ou dos mais 'poderosos'. Assim também virar de avesso o sistema judicial , neste momento baseado em livros antigos, com leis corruptas usadas por vezes há mais de 900 anos.
Outro importante sector a revolucionar é a Educação. Com base em critérios da capacidade da inteligencia natural e criatividade em vez da capacidade de memória da mente como é basicamente no presente.

Olhando mais, vejo as 'super' organizações mundiais a serem lideradas pelos países mais ricos e ou por vezes com alguma camuflagem de terem um presidente de um país pequeno que funciona na verdade como marioneta. No facto são mentes sofisticadas manipuladoras que durante o decorrer do tempo criaram sistemas de controlo. Somos prisioneiros de nós próprios.
Mas como revolucionar o que tem que ser revolucionado? Como sair desta auto-prisão sofisticada? Pois este processo só pode ser guiado por pessoas naturalmente inteligentes, criativas, que já nasceram inteligentes, com coragem de ação e à partida não por pessoas que tiveram as notas mais altas na universidade e ou super astuciosos.
A coisa está feia, aqui na Ibérica o desemprego vai aumentando, não vai parar por este caminhar. A presente resolução de problemas apresentada é baseada em ideias tradicionais sem criatividade, corruptas até,  que não vão resolver os problemas de hoje, reais, crescentes, das maiorias, unicamente solidam o funcionamento das instituições e seus lucros.